Apresentação do novo livro do Roberto Durão (15/1942)

No próximo dia 23 de Outubro (5ª feira), dia do Aniversário da Associação, em que fazemos a homenagem aos Antigos Alunos da "Velha Guarda", ser...

Novos Graduados e Recepção aos Novos Alunos – Setembro de 2014

Decorreu entre 1 e 10 de Setembro o Estágio de Graduados, dia em que teve lugar nos Claustros a imposição das insígnias aos novos Graduados,...
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Apresentação do novo livro do Roberto Durão (15/1942)

No próximo dia 23 de Outubro (5ª feira), dia do Aniversário da Associação, em que fazemos a homenagem aos Antigos Alunos da "Velha Guarda", será lançado no auditório do Colégio, pelas 15h, o novo livro do Roberto Durão (15/1942), pelo que estão convidados todos os Antigos Alunos a estarem presentes no lançamento de mais uma notável obra "Verde Mar" deste Menino da Luz.

17Out

O Colégio Militar por Luis campos e Cunha no Jornal Publico

Ex-alunos do Colégio Militar são sempre gente com outra postura perante o dever e a sociedade

A ideia de que a natureza tem horror ao vácuo fazia parte da física na Idade Média. Mas esta lei do horror tem corolários na vida actual: os políticos incompetentes têm horror a novas caras nos partidos; os escroques têm horror a uma justiça que funcione; e, do mesmo modo, os bons investidores têm horror a uma justiça que não funciona. E podíamos continuar, mas vem tudo isto a propósito das notícias recentes sobre Colégio Militar.

Devo declarar que não frequentei o Colégio, embora com pena minha, porque o meu Pai entendeu que eu poderia ser seduzido pela vida militar e para tal bastava ele. O meu irmão esteve no Colégio, por circunstâncias familiares extremas, não se deu bem, e saiu ao fim de dois anos, se bem me lembro. Não tenho, portanto, especiais ligações ao Colégio Militar (CM) mas tenho muitos amigos (e dos bons) que por lá passaram.

As recentes notícias dão uma ideia do Colégio como uma escola de sevícias e de maus tratos. Problemas de maus tratos em escolas sempre existiram e devem ser combatidos com determinação pelas autoridades da escola em causa, mas não faz da escola uma instituição a fechar. Lembro-me bem de, há uns anos na minha Faculdade, terem ocorrido praxes indignas das nossas caloiras e imediatamente o Director de então tomou medidas para que tal não voltasse a acontecer. E não aconteceu. O CM não é excepção, mas o que está em causa é uma tentativa de fazer desaparecer uma das instituições mais antigas de ensino na Europa com uma longa tradição de serviço ao País.

Recordo, com alguma tristeza, que uma das "regalias" de um militar morto em combate em África era os filhos terem educação gratuita no CM. Por esse facto e por as pensões de sobrevivência serem, à época, absolutamente miseráveis (recordo-me de casos concretos), havia sempre vários órfãos no Colégio. Fazia parte das obrigações dos graduados (ou seja, alunos finalistas do CM) terem não só uns ratas (alunos caloiros) como seus protegidos mas também cuidarem dos dramas de algum aluno cujo pai tivesse morrido. Quem conhece ex-alunos do Colégio sabe que têm uma organização e uma coesão ímpar em qualquer outra escola. Falam do Colégio com saudade e têm um respeito pela instituição como ninguém tem da sua escola. Nela se fizeram amizades que perduram para toda a vida e alguns dos meus melhores amigos são ex-alunos do CM e devo confessar que são sempre gente com outra postura perante o dever e a sociedade.

O Colégio Militar dá educação em sentido pleno do termo. Tem um ensino de excelente qualidade e dá quadros de valores que nenhuma outra escola garante.

Em 1975, numa acção de dinamização organizada para os alunos do Colégio por gente afecta ao PCP -Varela Gomes, Faria Paulino e outros- começaram a atacar a instituição e a apelidarem os alunos de príncipes privilegiados. Um aluno dos mais novos, ou seja com uns 11 anos, levanta-se e calmamente diz que é filho de um oficial que morreu em combate, que se não fosse o Colégio não poderia estudar e não percebia onde estava o príncipe. Os protesto generalizaram-se (teve lugar uma gigantesca boiada, usando a terminologia do CM) e a comissão de dinamização foi forçada a sair pela porta dos fâmulos -porta de serviço- e não pela porta principal. Foi o enxovalho total, apesar de os oficiais tentarem, em vão, acalmar os alunos. É gente de fibra.

Aliás sempre foi assim. Faz parte da sua história mais antiga que quando teve lugar o atentado a Sidónio Pais gerou-se, naturalmente, o pânico entre a população e as unidades militares ajudaram à turbamulta. A única unidade que manteve a calma, ajudou a população e evitou mais mortos foi exactamente uma unidade do Colégio. Portanto, a tradição vem de longe.

O ensino tem uma qualidade excepcional e que não é possível sem um internato, onde os laboratórios de línguas e as salas de estudo estão ao lado do picadeiro e da sala de esgrima. Qualquer pai, cá fora, que tente dar a mesma formação passaria o tempo a servir de motorista do filho. É, aliás, uma tradição muito antiga dos melhores colégios ingleses.

Como professor na universidade, sempre que tenho conhecimento de que um aluno meu veio do CM, posso testemunhar o aprumo, o à vontade, a auto-confiança e o profissionalismo com que está numa aula. Tudo isto, em flagrante contraste com os colegas, especialmente os mais betinhos.

Além disso, como os alunos são tratados por igual, têm um número (que vem antes do nome), andam vestidos com farda e os filhos de pais ricos não se distinguem dos filhos de pais pobres. Também por isso, o convívio democrático hierarquizado é a regra. Ainda bem.

O contraste é gritante com o que se passa nas nossas escolas. E a anarquia, quase geral em que vive o ensino secundário, tem horror ao Colégio Militar, obviamente. Aliás, a verdade é mais funda: a anarquia quase geral da nossa sociedade tem horror à instituição militar. Uma instituição organizada, como a militar, que cultiva os valores da honra, da camaradagem, da disciplina e do dever para com a pátria, não pode ser bem vista pela sociedade actual. A nossa vida colectiva -a civil- privilegia o oportunismo, habituou-se aos casos de corrupção (com ou sem fundamento), tem uma imprensa virada para o escândalo e uma televisão com novelas que são difusoras da falta valores e da ausência dos bons costumes.

O Colégio Militar poderá acabar mas as razões estão na nossa sociedade e não dentro dos muros do Colégio. O horror à decência é dos indecentes. Professor universitário

Sessão Evocativa do Vasco Massapina - 209/1957

A Ordem dos Arquitectos e a Família de Vasco Massapina convidam para uma Sessão Evocativa a realizar na sua Sede - Travessa do Carvalho, nº 23 em Lisboa, no dia 17 de Outubro às 18 horas

O convite está na página de internet da AAACM
www.aaacm.pt

14Out

A AAACM comemora o seu 111º aniversário no próximo dia 23 de Outubro 2014

A AAACM comemora o seu 111º aniversário no próximo dia 23 de Outubro 2014 (Quinta-Feira) e, como habitualmente, iremos prestar homenagem aos elementos da “Velha-Guarda”, constituída pelos Antigos Alunos que entraram para o Colégio Militar até ao ano de 1954 (inclusive).
Para que, mais uma vez, esta comemoração seja um êxito é fundamental a tua presença.
O programa proposto o seguinte:
10h00 – Concentração dos Antigos Alunos na entrada do Colégio Militar;
10h30 – Apresentação de cumprimentos ao Exmo. Cor. Tir. Director do Colégio Militar e Assinatura do Livro de Honra na Biblioteca;
11h00 – Deposição de ramo de flores, em homenagem ao Colégio Militar;
11h10 – Deposição de ramo de flores, em homenagem ao Fundador do Colégio Militar;
11h30 – Acender da Chama Colegial com a presença da Escolta Colegial a pé;
12h00 – Missa a realizar na Capela do Colégio Militar;
12h45 – Fotografia de grupo na escadaria da Enfermaria e encontro com os actuais Alunos sucessores;
12h50 - Desfile do Batalhão Colegial;
13h00 – Descerramento das fotografias dos Antigos Alunos que foram Presidentes da República (oferta da Associação dos Antigos Alunos do Colégio Militar);
13h05 – Almoço de homenagem à Velha-Guarda com os Orgãos Diretivos da AAACM, no refeitório do Colégio;
15h00 – Lançamento do livro do Roberto Durão – “Verde Mar” no Auditório do Colégio

Para que possamos indicar ao Colégio o número de presenças ao almoço, agradeço a tua inscrição na Secretaria da Associação até ao dia 18 de Outubro, pessoalmente, pelo telefone 217122306/8 ou pelo mail geral@aaacm.pt
O almoço tem um preço de 10 €, a ser pago ao Colégio no próprio dia.

Protocolo AAACM-MGEN para Seguros de Saúde

A AAACM estabeleceu com João Mata Corrector de Seguros e a MGEN* um Protocolo que permite a adesão a seguros de saúde mutualistas com condições muito particulares no mercado, contendo os seguintes factores diferenciadores:
a) Sem limites de idade na adesão ou na permanência
b) Sem questionário médico ou selecção clínica
c) Sem exclusões de doença, nomeadamente pré-existências
d) Sem exclusões de doenças graves
e) Sem resolução unilateral do contrato
f) Carências reduzidas

Tanto os planos como as condições e formulários de adesão para os Associados estão disponíveis para consulta na Sede da AAACM, devendo para o efeito contactar o Sr. Leonel Tomaz através dos números de telefone actualmente disponíveis ou então por mail para leonel@aaacm.pt. Também é possível entrar directamente em contacto com João Mata Corrector Seguros, pois o nosso Camarada António Duque (12/1958) e restante equipa prestarão todo o apoio na adesão e acompanhamento posterior (antonioduque@joaomata.pt). A título de síntese existem vários planos, desde o mais simples até ao complementar, sendo aceites os Associados de pleno efeito da AAACM e respectivos membros do agregado familiar.
A inclusão do agregado familiar deve ser feita para todos os membros (cônjuge, filhos dependentes e ascendentes dependentes). A dependência de filhos maiores de 25 anos ou de ascendentes comprova-se através das declarações de IRS.

A MGEN utiliza a Rede AdvanceCare para toda a gestão clínica das apólices. A AdvanceCare é uma das principais redes existentes em Portugal, tendo convenção com todos os principais hospitais privados, bem como uma presença nacional em cerca de 17.000 prestadores clínicos das várias especialidades.
Esperamos sinceramente que a celebração deste Protocolo seja do futuro agrado dos nossos sócios.

*Fundada em 1946, a MGEN gere em França o regime obrigatório de seguro de saúde dos profissionais da Educação Nacional, entre outros sectores. MGEN é a sigla de “Mutuelle Générale de l´Education Nationale”, que é hoje a mútua de saúde líder em França. A MGEN é regida pelo código mutualista e cujos princípios são a Democracia, a Liberdade, a Independência, a Solidariedade e Não discriminação e a Responsabilização. Presentes em Portugal desde 2009, os planos da MGEN são geridos e distribuídos pela Europamut (mandatária e a representante fiscal da MGEN).