Conteúdo sindicado
29Jan

As Cerimónias do 3 de Março de 2015 são no fim de semana de 7 e 8 de Março

Programa Geral das Cerimónias

Sábado, 7 de Março de 2015

10:00 - Acender da "Chama Colegial", no Pátio da Infia
11:00 - Cerimónia Militar, no Claustro

Domingo, 8 de Março de 2015

10:00 - Desfile do Batalhão Colegial, na Avenida da Liberdade, com Ponto de Continência junto ao Monumento dos Combatentes da Grande Guerra
11:00 - Celebração Litúrgica, na Igreja de S. Domingos

A propósito da ida do MDN ao Colégio Militar

A obra lamentável do MDN no Colégio Militar
O MDN esteve em 15 de Janeiro no Colégio Militar a visitar a sua obra lamentável. Está a destruir o Instituto de Odivelas, estabelecimento com o melhor desempenho académico no concelho de Odivelas, conseguiu diminuir o número de alunos no conjunto CM+IO (a partir do 2º ciclo do ensino básico) e continua a conseguir esbanjar recursos na construção de um novo edifício, sem que se conheça a fundamentação da sua necessidade.
Obra seria exigir sustentabilidade financeira e resultados concretos na gestão de bons estabelecimentos e bem equipados.
Obra seria alargar a mais alunas a oferta educativa de excelência do Instituto de Odivelas.
Obra seria valorizar e investir no património existente e subaproveitado do Colégio Militar.
Obra seria assegurar a preservação do carácter único do Colégio Militar, fortemente ameaçado por processos de mudança impostos sem planeamento e preparação.
Obra seria exigir resultados em termos de desempenho académico.
Obra seria desenvolver o papel estratégico do Colégio Militar nos importantes espaços das Forças Armadas, da Cidadania e da Lusofonia.
Obra seria aproveitar o apoio de quem conhece o Colégio Militar e pretende a sua modernização, em vez apostar na ignorância e no autismo como sustento da determinação.
Acreditamos que o Colégio Militar irá sobreviver porque o Exército deverá e saberá conter os danos desta governação lamentável e temporária do MDN.
E continuam por explicar os verdadeiros objetivos do MDN!

A Direcção da AAACM

07Jan

Récita 2015

5ª FEIRA DIA 08 DE JANEIRO – EX-ALUNOS

6ª FEIRA DIA 09 DE JANEIRO – PAIS, EE E COMUNIDADE COLEGIAL
NO AUDITÓRIO, ÀS 20H30

Destinado a Militares, Corpo Docente, Encarregados de Educação,
Familiares e demais convidados dos Alunos que participam na Récita.

A Direção do Colégio Militar convida toda a família colegial a
assistir a esta representação.

Como tradição que é, a Récita ocupa um papel de grande importância
na vida colegial. Não se sabe ao certo quando começou do modo como a
entendemos hoje, mas a sua idade ultrapassa o século - nela são
retratadas e criticadas pessoas, criticam-se factos ou acontecimentos do
Colégio Militar, de uma forma alegre, salutar e respeitosa.

Os alunos do 11º ano ficaram responsáveis pela realização desta
manifestação teatral e assim tem acontecido desde os primeiros anos do
séc. XX e, até à década de 60, realizava-se com entradas pagas.

A Récita deve ser considerada uma tradição particularmente
importante, devendo ser-lhe atribuído um grande valor, uma vez que é
um dos meios que os alunos possuem para exprimir as suas opiniões.

Ao escarnecer, ao criticar, ao apontar os aspetos da vida colegial
considerados negativos, a Récita ganha um estatuto de tribunal, muito
embora a intenção seja a de melhorar as condições existentes,
relembrando e renovando os ideais.

Publicado na Ordem de Serviço nº 70, de 04MAI de 1868, d' O Real
Collegio Militar, o "Regulamento para o teatro colegial" estabelecia,
entre outras disposições, as aplicações do teatro, os períodos de
ensaios e representações, as épocas teatrais, a distribuição das
entidades pelos lugares do teatro e a forma de receber os convidados.

ANTÓNIO JOSÉ RUIVO GRILO

TCOR ART

06Jan

Ernesto Orlando Vieira Correia (440/1930)

Faleceu o nosso Camarada Ernesto Orlando Vieira Correia, o 440 de 1930.
O funeral sairá da Igreja do Campo Grande, amanhã, dia 7 de Janeiro, para o cemitério dos Olivais, após celebração da missa de corpo presente, às 16 horas.
Apresentamos a todos os seus Familiares as mais sentidas condolências.
Que descanse em paz.

14Dez2014

COMUNICADO SOBRE AS DECLARAÇÕES DA PROCURADORA GERAL DA REPÚBLICA AO JORNAL “PÚBLICO” DE 13 DE DEZEMBRO DE 2014

A Senhora Procuradora Geral da República (PGR) declarou ao PÚBLICO que o “surgimento” de crimes é mais provável em instituições “opacas” como as escolas militares, que a organização destas instituições constitui “um obstáculo ao controlo da comunidade” e que “infelizmente, nestes espaços é mais fácil ocorrerem factos suscetíveis de constituir crime”. Sobre esta matéria a PGR ressalvou também que não comenta casos concretos.
Neste contexto, a Associação dos Antigos Alunos do Colégio Militar vem repudiar as declarações da Senhora Procuradora Geral da República, pelas seguintes razões:

1) Embora afirmando não comentar casos concretos, as declarações da PGR constituem um anátema sobre as escolas militares, em geral, que é obviamente lesivo do seu bom nome, denigre sem fundamento a educação cívica e militar nelas ministrada e é susceptível de alarmar, injustificadamente, os encarregados de educação de centenas de jovens que as frequentam. O cargo que ocupa exigir-lhe-ia, pois, muito maior recato ao pronunciar-se sobre o funcionamento de escolas que, claramente, revela desconhecer.

2) Não existe nenhuma evidência que no Colégio Militar exista um ambiente que favoreça o “crime”, sendo esta uma afirmação contrariada pelos factos. Pelo contrário, trata-se de uma instituição cujos regulamentos e práticas geram um ambiente seguro e disciplinado, contrariamente ao que infelizmente se passa em muitas escolas do país.

3) A Senhora Procuradora Geral da República generaliza casos pontuais, que são e sempre foram tratados no âmbito dos regulamentos internos do Colégio Militar, como é desejável que aconteça. Quando generaliza, a PGR não está a tratar de crimes em concreto, mas a fazer uma apreciação que tem tanto de subjetiva como de inadequada.

4) O Colégio Militar não é opaco, sendo tão transparente quanto o são outras instituições que não comunicam em contínuo, vinte e quatro horas por dia, tudo o que nelas ocorre. O Colégio Militar não é menos transparente do que, por exemplo, a Procuradoria Geral da República.

5) A Senhora Procuradora Geral da República pretende evitar e reprimir a violência nas escolas, ação importantíssima que, no limite, também lhe compete. Porém, prejudicar a imagem do Colégio Militar, ainda que inadvertidamente, onde essa violência é e sempre foi transparentemente controlada, não contribui em nada para esse objetivo.

Lisboa, Luz, 13 de Dezembro de 2014

Direção da AAACM