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12Abr

Ângelo Felgueiras no topo do Mundo

A tentativa de subir ao Everest, por parte do Ângelo Felgueiras (498/1976) tem merecido grande destaque na Comunicação Social, com vários jornais a referirem-se à sua iniciativa que visa possibilitar a compra de uma carrinha ao ATL da Galiza, associação ligada às famílias carenciados do Bairro do Fim do Mundo, em S. João do Estoril.

Ângelo Felgueiras tem o objectivo de “vender” cada metro de ascensão ao preço de 1 €, para assim cumprir o seu desejo de ajudar instituições de solidariedade.

A partida do alpinista foi notícia e quem quiser acompanhá-lo durante a expedição pode fazê-lo no no site www.angelofelgueiras.com

12Abr

Filipe Soares Franco lança livro

Filipe Soares Franco (62/1963) lançou um livro intitulado “Discurso Directo”, editado pela “Prime Book”, que é consequência de inúmeras conversas com o jornalista António Tavares-Telles, que o escreveu.

Ao longo das páginas do livro, Filipe Soares Franco fala da sua vida pessoal, profissional e do tempo em que foi Presidente do Sporting, que é o tema central do livro, com o “Tofa” a recordar os dias vividos no clube de Alvalade e as polémicas, em particular com Dias da Cunha, em que se viu envolvido.

Na contra-capa do livro pode ler-se: «O título desta obra esteve para ser “Filipe Soares Franco – Abre o Livro” ou “Filipe Soares Franco – Cartas na Mesa”. Prevaleceu, é certo, “Discurso Directo”. Mas não restarão ao leitor dúvidas, no final da sua leitura, de que o ex-presidente do Sporting Clube de Portugal “abriu o livro”, e pôs mesmo “as cartas na mesa”, não só relativamente à sua passagem pela presidência do grande clube de Alvalade, mas igualmente no que diz respeito à sua vida familiar, pessoal e profissional, bem como às suas convicções morais, religiosas e politicas. Naquilo que é um verdadeiro “retrato” de quem ele é. No fundo, um “testemunho de vida”, tal como o próprio Filipe Soares Franco o qualifica».

Um livro para sportinguistas e não só…

12Abr

Escola Veterinária Militar

A Escola Veterinária Militar, fundada, no reinado de D. Miguel, por alvará de 29 de Março de 1830, foi o primeiro estabelecimento de ensino da Medicina Veterinária em Portugal, e estava situado no antigo quartel onde tinha estado a Escola Elementar de Cavalaria, no sítio da Luz, próximo de Carnide, em frente ao Real Colégio Militar.

No passado dia 28 de Março, para assinalar o 180.º aniversário da sua fundação, reuniram-se nas instalações da AAACM os oficiais e sargentos na reforma, na reserva e no activo dos S.V.M. do Exército, da GNR e da Força Aérea, tendo a ocasião sido aproveitada para o descerramento de uma lápide que assinala a presença do Escola Veterinária Militar no Quartel da Formação.

12Abr

Assembleia Geral aprova proposta da Direcção

Na Assembleia Geral da AAACM, que decorreu, como de costume, no Teatro D. Luís Filipe, também conhecido por Teatro da Luz, a Direcção viu aprovado, não só, as contas de 2009 e o orçamento para 2010, como a sua “Moção de Estratégia” para o futuro do Colégio, que, mais do que uma visão da Direcção, resultou da contribuição de várias dezenas de antigos alunos, que consideraram importante debater e propor as alterações estruturais consideradas indispensáveis para a continuidade de uma instituição, com mais de 200 anos, e de um estudo de mercado, efectuado por uma empresa da especialidade com o objectivo de ficar a conhecer a percepção que a sociedade tem da realidade chamada Colégio Militar.

Esta proposta, que a Direcção levou à AG, e que já tinha tido o apoio do Conselho Supremo, será, agora, encaminhada para quem de direito, com a Direcção a cumprir, dessa forma, a sua missão de sugerir medidas para as alterações estruturais indispensáveis para que o Colégio continue a sua missão de educar e formar.

12Abr

100 Anos da Sociedade Hípica Portuguesa

A Sociedade Hípica Portuguesa (SHP), entidade que tem colaborado com a AAACM e o Colégio Militar, na organização de manifestações equestres, completou, no passado dia 23 de Março, 100 anos de existência.

Com 2 000 sócios e 150 trabalhadores, a SHP, com instalações no Campo Grande, tem sido promotora do cavalo e das competições hípicas, em particular de saltos, com destaque para o Concurso de Saltos Internacional Oficial de Lisboa, que tem trazido ao Hipódromo do Campo Grande alguns dos nomes maiores dos concursos hípicos internacionais.

Espera-se e deseja-se que a SHP continue, pelo menos, por mais 100 anos, a cumprir o seu papel de importante centro equestre português.

12Abr

Mensagem da Direcção

Iniciativa “Tradição e Valor – Ingresso de Novos Alunos”

Estão abertas desde 4 de Janeiro as inscrições de candidatos ao Colégio para o ano lectivo 2010-2011, tendo a primeira fase do Concurso de Admissões terminado em 1 de Abril, seguindo-se a segunda fase entre 14 de Junho e 2 de Julho.

A tradição familiar é uma marca importante do Colégio. Filhos, netos, sobrinhos, primos e amigos de Antigos Alunos são e sempre foram uma componente importante do Batalhão, contribuindo para a coesão e para a transmissão dos valores que nos unem.

A iniciativa “Tradição e Valor – Ingresso de Novos Alunos” visa reforçar a inclusão de familiares e amigos de Antigos Alunos nos candidatos ao Colégio. Esta iniciativa insere-se num vasto conjunto de acções que a Associação tem em curso com o objectivo de apoiar o Colégio no aumento do número de candidatos e, consequentemente, na qualidade da formação dos alunos e dos resultados escolares: quantos mais e melhores candidatos, maior número de alunos, maior selecção na entrada, melhor aproveitamento.

Nós – Antigos Alunos – sabemos que o Colégio é uma escola de liderança e cidadania sem igual no país. Sabemos, também, que o curriculum académico é avaliado no curto prazo, enquanto que o curriculum comportamental é válido e avaliado por toda a vida. Por esta razão os Antigos Alunos, alguns ainda muito jovens, continuam a distinguir-se na sociedade actual, tal como sempre aconteceu desde a fundação do Colégio.

As instalações e meios de enquadramento dos Colégio têm vindo a ser continuamente melhorados, tendo sofrido grande incremento em 2009.
Temos, de longe, as melhores instalações do país.

Como sabemos, do ponto de vista dos alunos, o semi – internato é um gosto e não uma obrigação. Do ponto de vista dos encarregados de educação o semi-internato promove a eficiência no uso do tempo (múltiplas actividades no mesmo espaço, sem perdas de tempo em deslocações) e, também, uma boa relação custo / benefício. É fazer as contas…

Cada um de nós procura o bem para os seus Familiares e Amigos. O Colégio Militar é uma excelente opção, por isso sei que estamos certos ao apelar para a vossa atenção e participação activa na sua divulgação.

Os filhos e netos de Antigos Alunos adaptam-se particularmente bem ao Colégio. Apoiem os vossos filhos, dando-lhes a educação e os princípios em que fomos educados, e desenvolvam uma acção de militância junto dos vossos Familiares e Amigos para que também o façam.

Seleccionámos “Dez boas razões para escolher o Colégio Militar”, que resultam do nosso conhecimento do Colégio de hoje e também de depoimentos de Pais de actuais alunos, como aqueles que apresentamos nesta e nas próximas edições da Newsletter.

A Associação, sempre em colaboração com a Associação de Pais, tem uma linha de informação sobre o Colégio de hoje, disponível para as famílias dos Antigos Alunos. Basta os interessados contactarem-nos para disporem de acompanhamento personalizado sobre este tema.
Nada há de mais valioso para o Colégio do que os “Ratas”.

O Presidente da Direcção
Martiniano Gonçalves
(9/1958)

15Mar

Mensagem da Direcção

Março é um mês em que o Colégio é, forçosamente, tema, sendo o desfile na Avenida e a Missa na Igreja de S. Domingos os eventos com maior notoriedade, significado e impacto na visibilidade do Colégio fora das suas instalações.

Estudo recente, encomendado pela Associação e já realizado em 2010 por empresa especializada em estudos de mercado com experiência em diversos sectores e com larga reputação em instituições privadas de referência dos ensinos superior e secundário, revela que, numa amostra de 300 famílias das classes média/alta e alta, que não incluem militares nem Antigos Alunos, com filhos rapazes entre os 6 e os 11 anos, residentes na zona da Grande Lisboa (de Setúbal a Loures Norte), o Colégio é, de todos os estabelecimentos de ensino, o que tem maior notoriedade e conhecido por 94% dos inquiridos.

Mas notoriedade não é igual a conhecimento, e a notoriedade é boa se o produto e os factos com ele relacionados forem atractivos, e é má se se verificar o contrário, uma vez que os factos negativos são, em geral, considerados mais relevantes para a comunicação social.

O Colégio não precisa, portanto, de publicidade, mas de ser conhecido.

Conhecido em toda a sua realidade, e não apenas da que tem, até ao presente, sido veiculada para a comunicação social por quem, por razões diversas, pode tirar vantagens de denegrir a sua imagem.

Sem qualquer receio da verdade, e convictos de que o Colégio é a melhor instituição do país onde se educam adolesentes, e da necessidade imperiosa de levar a sua realidade - o que tem de bom e de mau - ao conhecimento da sociedade, obtivémos licença prévia do Estado Maior do Exército e convidámos 12 orgãos de comunicação social para visitar o Colégio.

O convite foi aceite por 6 dos convidados, que se deslocaram livremente no Colégio, conhecendo a realidade do dia a dia, das instalações, das aulas, dos tempos livres, da vida no Corpo de Alunos, desde as formaturas, aos refeitórios, camaratas, recreios, entrevistando diversos alunos a quem foram feitas, entre outras, as perguntas “mais difíceis”, etc...

Tivemos a grata satisfação de a maior parte dos jornalistas presentes, no fim da visita e por sua própria iniciativa, no ter vindo dizer que descobriram uma realidade muito diferente da que supunham conhecer e que a sociedade não conhece a realidade do Colégio.

Repito, o Colégio não precisa de publicidade; o Colégio precisa de ser conhecido para que sociedade percepcione a importância, para o país, dos valores que estão na base da educação dos alunos.

É nesta perspectiva, e no quadro das indispensáveis reformas que, em contínuo, permitam a sua permanente adequação à evolução da própria sociedade, que todas as partes envolvidas no universo do Colégio Miitar têm que, com inteligência e persistência, trabalhar.

O Batalhão sabe isso e mostrou-o na Avenida e em S. Domingos: não foram meninos bem comportados que fizeram uma boa figura porque desfilaram alinhados, a marchar bem e com os movimentos correctos aprendidos nas aulas de Instrução Militar. Foram 400 adolescentes que, pelo seu aprumo, e pelo brio e alegria que tão bem transmitiam no seu olhar, e com a consciência do que representa festejar publicamente o “3 de Março”, nos deram - com brilhantismo! - a lição de que ao nível deles fizeram o máximo que, naquele momento, estava ao seu alcance para transmitir a imagem para o exterior do que é o Colégio.

Que todas as partes envolvidas com o Colégio, pela assumpção das suas responsabilidades, saibam merecê-los!

Parabéns ao Batalhão!

O Presidente da Direcção

Martiniano Gonçalves

(9/1958)

13Mar

Artigos para venda na Sede da Associação

Diversos

  • Gravata
  • Polo
  • Barretina de lapela (novo formato)
  • Porta-chaves de cabedal
  • Guarda-chuva de diversas cores

Livros

  • “Ratas” – Memórias do Colégio de há 50 anos – Rui Sá Leal (502/1959)
  • O Colégio Militar na Toponímia Portuguesa - Costa Matos (96/1950)
  • Para Lá do Colégio Militar, Uma Associação Centenária - Rui Figueiredo de Barros (62/1936) e Gonçalo Figueiredo de Barros (440/1967)
  • Meninos da Luz – Quem é Quem 2008
12Mar

Antigos Alunos reúnem-se para comemorar o "3 de Março"

Como é da tradição, a cada 3 de Março, os Antigos Alunos, estejam onde estiverem, reúnem-se para um encontro de convívio que lhes permite recordar os tempos passados no Colégio Militar e as histórias que viveram.

Este ano, tal não foi excepção, e em Bruxelas, Macau, Maputo, S. Miguel, Porto, Évora, Sintra e Tavira houve reencontros que permitiram cimentar as amizades criadas durante os anos passados no Colégio Militar.

Em Bruxelas estiveram presentes: Rui Bettencourt (439/1976), João Ortigão Delgado (531/1969), Carlos Paixão Soares (506/1967), Paulo Lopes da Silva (62/1977), Carlos Rocha (45/1967), Fernando Braz de Oliveira (377/1973), Rui Brito (436/1973), Carlos Marques da Costa (64/1974) e José Santos Pato (574/1961).

Em Macau: Luis Sá Machado, Luis de P.Castro Machado, Vicente Bravo Ferreira e Pedro Cortés.

Em Maputo: Luís Macedo (8/1957), Joaquim Dai (125/1993) Nuno Santos (102/1992), Sigma Catupa (422/1995), Luís Marinho Falcão (330/1974), Manuel Castelo Branco (384/1954), Luís Martins (600/1966), Rui Viana (204/1966).

O encontro em S. Miguel decorreu a 28 de Fevereiro. Estiveram presentes: Carlos Miguel Rodrigues (85/1934), António da Câmara Homem de Noronha (72/1959), Jaime Augusto Pires Pimentel (13/1982), Carlos Manuel Pacheco Teixeira da Silva (34/1956), Mário Alexandre da Costa Gata (287/1966), Carlos Manuel Ferreira Barbosa (16/1961), Victor Manuel Correia Mendes (524/1963), Nuno Manuel T. Correia Mendes (39/1988), Carlos A.C.C. Alves Leitão (204/1972) e Marco António G. Inácio (403/1984).

No Porto estiveram presentes 38 Antigos Alunos, entre eles e em representação da Associação, o Presidente da Direcção, Martiniano Gonçalves (9/1958). O encontro decorreu na Messe dos Oficiais, foi organizado pelo José Manuel Ramos de Campos (319/1950). O Antigo Aluno mais antigo presente foi o António Leuschner Fernandes (436/1933).

O encontro em Évora foi organizado pelo António Salgueiro (461/1972). Discursou no final o José Domingos Mantero Morais (16/1941). Estiveram presentes em representação da Associação o vice-presidente José Paula Santos (644/1968) e vogal Frederico Rosa Santos (78/1957).

Em Sintra representou a Associação o secretário Pedro Chagas (357/1977).

Em Tavira, no "Pedras da Rainha", estiveram presentes 45 Antigos Alunos, entre eles o Presidente da Associação, Martiniano Gonçalves (9/1958). O encontro foi organizado pelo António Almeida Pires (492/1969).