Falecimento do Joaquim Lopes Cavalheiro (131/1935)

É com pesar, que informamos que, faleceu hoje o Joaquim Lopes Cavalheiro (131/1935). Foi Tenente General do Exército Português e foi Director do Colégio Militar de 1977 a 1978.

O corpo vai estar em câmara-ardente na Igreja de S. João de Deus (Praça de Londres) e será cremado Domingo no cemitério dos Olivais.

Sábado 16 Abril 2016 17h00 – Câmara-ardente na Igreja de S. João de Deus (Praça de Londres)

Domingo 17 Abril 2016 13h00-Missa, seguida de Saída para o cemitério dos Olivais (cremação) Paz à sua Alma Zacatraz
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Falecimento do Vasco Prego Rosado Durão - 364/1949

É com pesar, que informamos que, faleceu ontem o Vasco Prego Rosado Durão – 364/1949. Foi Oficial do Exército Português e Superintendente Chefe da Polícia de Segurança Pública.
O corpo já se encontra na Capela Mortuária dos Jerónimos.
O funeral terá lugar no cemitério dos Olivais – Lisboa, pelas 15H00, do dia de amanhã (21 de maio de 2016)

Paz à sua Alma
Zacatraz
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Falecimento do Joaquim Manuel Trigo Mira Mensurado (252/1942)

É com pesar, que informamos que, faleceu hoje o Joaquim Manuel Trigo Mira Mensurado (252/1942).
O corpo vai estar em câmara-ardente na capela mortuária do cemitério de Alcabideche a partir das 19 horas de hoje.
Amanhã, dia 17 Junho, às 15 horas missa de corpo presente e saída para o cemitério da Guia – Cascais.
Paz à sua Alma
Zacatraz
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Falecimento do José Joaquim Boaventura de Sousa Vahia da Cunha Lima - 254/1954

É com pesar que informamos que faleceu no passado dia 1 de Dezembro o nosso camarada José Joaquim Boaventura de Sousa Vahia da Cunha Lima - 254/1954.
Abaixo se transcreve o elogio fúnebre do Eduardo Pinto Basto - 318/1954.

Meus caros amigos e condiscípulos do curso de 54,
No mesmo dia 1 em que o país celebrava a independência ele venceu a dependência da matéria.

O Zé Cunha Lima, o 254 que conhecíamos desde que nos conhecemos todos quando entrámos para o Colégio, morreu, não vítima, mas sim depois de ter serenamente acordado uma paz com o cancro a que resistiu durante três anos.

Perdemo-lo de vista mas guardamo-lo na memória colectiva dos que ficam. A maior parte de nós, naturalmente, não terá acompanhado a sua vida pelo que faço aqui um brevíssimo resumo com a certeza de um dever e de um acto de camaradagem para com ele. O Zé foi toda a vida uma daquelas personagens paradigmáticas que se encontram nos livros de aventuras.

Entre sucessos que partilhava com os amigos e revezes de fortuna de que nunca se queixou, o Zé andou pelos quatro cantos do mundo, conheceu reis e presidentes, sobreviveu a um naufrágio, foi por terra, ida e volta, de Lisboa a Katmandu atravessando por duas vezes o palco da guerra Irão/Iraque e muitos mais episódios que alongariam esta mensagem desnecessariamente.

Como sabemos e naquilo que, em particular, se refere ao nosso curso, um grupo com uma parte de história comum vivida de uma forma, ela própria, pouco comum, lembrar é mantermo-nos vivos até que o último de nós possa ainda recordar todos os outros. E essa é a maior singularidade do pensamento: sobrepor-se à matéria e dela guardar apenas as referências de lugares que marcaram vivências de alguns percursos paralelos quando não o mesmo. Ainda bem que nos temos uns aos outros. 254 até sempre!

Saudações colegiais.
Eduardo Pinto Basto (318/54)

Paz à sua alma. Zacatraz.

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